“As regras que definem o que uma árvore precisa ter, para ser uma árvore, fazem das árvores conceitos e não árvores. Tanto as árvores quanto o inconsciente humano merecem um silêncio intacto e metafísico, não o silenciamento autoritário daqueles que em nome das suas verdades preferem calar e destruir o que não compreendem.

O silêncio intacto da metafísica não é uma simples ausência de palavras, mas a linguagem intuitiva de tudo o que não fala pelo argumento. A perplexidade existe e está em compreender o significado do que não se explica, a intuição que antecede a palavra e o pensamento.”

(“A Escuta e o Silêncio”, Will Goya)

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